Saude Infantil

Varicela: Sintomas, Tratamento e Vacinação em Portugal

Equipa Sintomas.pt 21 de abril de 2026 #varicela #erupção cutânea #vírus varicela-zóster
Ilustração dos sintomas da varicela — erupção cutânea com vesículas e febre em criança

Este conteudo e informativo e nao substitui uma consulta medica. Em caso de emergencia, ligue 112.

A varicela é uma das doenças infeciosas mais comuns da infância em Portugal, com pico de incidência na primavera (março a maio). Causada pelo vírus varicela-zóster (VZV), caracteriza-se por uma erupção cutânea com vesículas pruriginosas que surge em «vagas» durante vários dias. Apesar de ser habitualmente benigna em crianças saudáveis, pode tornar-se grave em adultos, grávidas, recém-nascidos e pessoas imunocomprometidas.

Neste guia, a equipa do Sintomas.pt explica os sintomas da varicela por fase, como distinguir a doença de outras erupções cutâneas, quais as complicações possíveis e quando deve procurar ajuda médica. Encontrará também informação atualizada sobre a vacinação em Portugal, incluindo o esquema do Programa Nacional de Vacinação (PNV).

Aviso médico: Este conteúdo é meramente informativo e não substitui uma consulta médica. Nunca se autodiagnostique. Se tiver dúvidas sobre os sintomas que está a experienciar, contacte o SNS 24 (808 24 24 24) ou o seu médico de família. Em caso de emergência, ligue 112.


O Que É a Varicela e Como se Transmite

A varicela (do latim varicella) é uma infeção viral aguda causada pelo vírus varicela-zóster (VZV), da família Herpesviridae. Trata-se de uma das doenças mais contagiosas que existem: o seu índice de transmissibilidade (R0) é estimado entre 3,7 e 4, o que significa que cada pessoa infetada pode contagiar, em média, quase 4 outras pessoas suscetíveis num ambiente doméstico.

O vírus transmite-se principalmente por duas vias:

  • Via aérea: por aerossóis e gotículas respiratórias libertadas quando o infetado tosse, espirra ou fala
  • Contacto direto: com o líquido das vesículas cutâneas abertas

A pessoa infetada é contagiosa desde 1 a 2 dias antes do aparecimento da erupção até que todas as lesões estejam em fase de crosta (geralmente 5 a 7 dias após o início da erupção). É nesta janela de contagiosidade que muitas transmissões ocorrem, porque a pessoa ainda não sabe que está doente ou porque as crostas demoram a formar-se.

Quem É Mais Suscetível à Varicela

Qualquer pessoa que não tenha tido varicela anteriormente e não esteja vacinada pode ser infetada. Em Portugal, antes da introdução da vacina no PNV, cerca de 90% das crianças contraíam a doença antes dos 15 anos. Os grupos com risco aumentado de doença grave incluem:

Grupo de RiscoComplicação Mais Frequente
Adultos não vacinados sem história de varicelaPneumonia, hepatite
Grávidas suscetíveisMalformações fetais, varicela neonatal
Recém-nascidos (mães sem imunidade)Varicela neonatal grave
Pessoas imunocomprometidasVaricela disseminada, encefalite
Crianças a tomar corticoides prolongadosDoença mais grave e prolongada
Idosos (reativação como herpes zóster)Herpes zóster, neuralgia pós-herpética

Como Reconhecer a Varicela: Sintomas por Fase

A varicela evolui de forma característica em quatro fases. Conhecer cada etapa ajuda a identificar a doença precocemente e a tomar as medidas de isolamento adequadas.

Fase de Incubação (10 a 21 Dias)

Após o contágio, o vírus tem um período de incubação silencioso de 10 a 21 dias — habitualmente entre 14 e 16 dias. Durante este período, a pessoa não apresenta sintomas visíveis, mas nos últimos 1 a 2 dias já é contagiosa. Esta é uma das razões pelas quais a varicela se propaga rapidamente em creches e jardins de infância.

Fase Prodrómica (1 a 2 Dias)

Antes do aparecimento das lesões cutâneas, podem surgir sintomas gerais que frequentemente são confundidos com uma gripe ou resfriado:

  • Febre ligeira a moderada (entre 37,5 °C e 38,5 °C)
  • Mal-estar geral e cansaço
  • Cefaleias (dores de cabeça)
  • Perda de apetite
  • Dor muscular (mais comum em adolescentes e adultos)

Em crianças pequenas, esta fase pode ser muito curta ou quase ausente. Nos adultos, os sintomas prodrómicos tendem a ser mais intensos, com febre mais alta e prostração marcada.

Fase Exantemática: A Erupção Cutânea Característica

Esta é a fase mais reconhecível da varicela. As lesões cutâneas surgem em vagas sucessivas ao longo de 3 a 5 dias, o que é uma característica única desta doença — numa mesma área da pele é possível encontrar lesões em estadios diferentes em simultâneo:

  1. Máculas: manchas avermelhadas planas (duram poucas horas)
  2. Pápulas: elevações avermelhadas ligeiramente salientes (surgem em horas)
  3. Vesículas: bolhas transparentes cheias de líquido claro, muito pruriginosas — a forma mais característica da varicela
  4. Pústulas: as vesículas turvam-se (o líquido torna-se mais opaco)
  5. Crostas: as vesículas secam e formam crostas que acabam por cair sem deixar cicatriz (exceto se houver infeção secundária ou arranhões)

A erupção começa habitualmente no tronco e propaga-se para o rosto, couro cabeludo e membros. Ao contrário do sarampo, raramente afeta as palmas das mãos e as plantas dos pés.

O prurido intenso é o sintoma mais perturbador para a criança e uma das principais causas de arranhões que podem deixar cicatrizes e aumentar o risco de infeção bacteriana. Em casos moderados a graves, podem surgir lesões na mucosa oral, nos olhos ou nos genitais.

Fase de Recuperação (Após Formação de Crostas)

A doença considera-se resolvida quando todas as lesões formam crosta — geralmente 7 a 10 dias após o aparecimento das primeiras vesículas. As crostas caem naturalmente ao longo de 1 a 2 semanas. O prurido e o cansaço podem persistir por alguns dias após a fase de crosta.


Como Reconhecer a Varicela em Diferentes Grupos de Pessoas

Varicela em Crianças (1 a 10 Anos)

Nas crianças saudáveis, a varicela é geralmente uma doença autolimitada e de gravidade ligeira a moderada. O número de vesículas varia muito: algumas crianças têm apenas 50 lesões, outras podem desenvolver mais de 500. Os principais cuidados prendem-se com:

  • Controlo do prurido para evitar arranhões e infeção bacteriana secundária
  • Manutenção de hidratação adequada
  • Vigilância de complicações (infeção bacteriana das lesões, febre persistente)

As crianças não devem frequentar a escola ou creche enquanto existirem lesões ativas sem crosta.

Varicela em Adultos

A varicela em adultos que nunca tiveram a doença ou não estão vacinados tende a ser consideravelmente mais grave do que nas crianças:

  • A febre é frequentemente mais alta (acima dos 39 °C) e mais prolongada
  • O número de lesões é habitualmente superior
  • O risco de complicações — particularmente pneumonia e hepatite — é significativamente maior
  • A prostração e o mal-estar geral são mais intensos

Adultos saudáveis com varicela devem ser avaliados pelo médico, que poderá ponderar tratamento com antivirais (aciclovir) para reduzir a duração e a gravidade dos sintomas se iniciado nas primeiras 24 horas de erupção.

Varicela na Gravidez

A varicela durante a gravidez representa um risco sério tanto para a mãe como para o bebé. As grávidas sem imunidade prévia têm risco aumentado de varicela pneumónica, que pode ser grave ou fatal.

Para o feto, os riscos dependem do trimestre:

  • Primeiro trimestre: risco de síndrome varicela congénita (malformações dos membros, cicatrizes cutâneas, problemas neurológicos)
  • Segundo trimestre: risco reduzido mas não nulo
  • Perto do parto: risco de varicela neonatal grave, especialmente se o nascimento ocorrer 5 dias antes ou 2 dias depois do início da erupção materna

Grávidas sem imunidade expostas ao VZV devem contactar imediatamente o obstetra para avaliar a administração de imunoglobulina específica (VZIG), que pode atenuar ou prevenir a doença.

Varicela em Idosos: Risco de Herpes Zóster

Nos idosos, a varicela é rara porque a maioria já teve a doença. O grande risco neste grupo é a reativação do vírus varicela-zóster latente sob a forma de herpes zóster (zona), que pode ocorrer décadas após a varicela inicial. Esta reativação causa uma erupção dolorosa ao longo de um trajeto nervoso, geralmente no tronco ou no rosto, e pode deixar como sequela uma neuralgia pós-herpética crónica muito incapacitante.


Varicela vs. Outras Doenças com Erupção Cutânea: Como Distinguir

A erupção da varicela pode ser confundida com outras condições. A tabela seguinte ajuda a distingui-las:

CaracterísticaVaricelaSarampoImpetigoHerpes Zóster
Tipo de lesãoVesículas pruriginosasManchas planas avermelhadasCrostas mel-amareladasVesículas dolorosas em faixa
DistribuiçãoTronco, depois face e membrosFace → pescoço → tronco → membrosLocalizadas (face, membros)Unilateral, num dermátomo
FebreLigeira a moderadaAlta (>39 °C)Ausente ou ligeiraVariável
PruridoIntensoModeradoVariávelDor (raramente prurido)
Vagas de lesõesSim (lesões em vários estadios)NãoNãoNão
Público mais afetadoCrianças, adultos suscetíveisQualquer (não vacinados)Crianças, jovensAdultos >50 anos, imunodeprimidos

Se tiver dúvidas sobre a natureza da erupção cutânea, contacte o SNS 24 (808 24 24 24) antes de se deslocar a uma unidade de saúde, especialmente se suspeitar de varicela, para não contagiar outras pessoas na sala de espera.


Complicações Possíveis da Varicela

Embora a varicela seja frequentemente uma doença benigna, pode originar complicações em qualquer grupo etário — algumas delas graves.

Infeção Bacteriana Secundária das Lesões (Impetiginização)

A complicação mais comum da varicela. Os arranhões nas vesículas introduzem bactérias (geralmente Staphylococcus aureus ou Streptococcus pyogenes) nas lesões, causando inflamação local, secreção purulenta e possível celulite. Em casos graves, a infeção pode disseminar-se. Sinais de alerta: lesões que ficam vermelhas, quentes, com pus ou muito dolorosas.

Varicela Pneumónica

A pneumonia por varicela é a complicação grave mais frequente em adultos e grávidas. Manifesta-se tipicamente 2 a 5 dias após o início da erupção com tosse, dispneia e dor torácica. Em casos graves pode requerer internamento hospitalar e ventilação. A pneumonia varicela tem mortalidade elevada em grávidas não tratadas.

Encefalite e Meningite

A encefalite por varicela é rara (ocorre em menos de 1 em 1000 casos) mas pode ser grave. Apresenta-se com confusão mental, convulsões, ataxia (dificuldade de coordenação) ou alteração do estado de consciência. Uma forma mais ligeira — a encefalite cerebelar — é relativamente mais comum em crianças e manifesta-se por dificuldade de equilíbrio e marcha, com prognóstico geralmente favorável.

Síndrome de Reye (Raro mas Grave)

O síndrome de Reye é uma complicação rara mas potencialmente fatal associada ao uso de aspirina (ácido acetilsalicílico) durante infeções virais, incluindo a varicela. Causa danos hepáticos e cerebrais graves. Por esta razão, a aspirina está absolutamente contraindicada em crianças e adolescentes com varicela. O paracetamol é o antipirético de eleição nesta faixa etária.


Quando Consultar um Médico

A maioria dos casos de varicela em crianças saudáveis pode ser gerida em casa com cuidados de suporte, sem necessidade de ida ao médico. No entanto, existem situações em que a avaliação médica é indispensável.

Contacte o SNS 24 (808 24 24 24) se:

  • A febre for superior a 39 °C e não ceder com paracetamol em doses adequadas
  • O prurido for incontrolável e a criança não conseguir dormir
  • Surgirem lesões nos olhos (vermelhidão, dor ocular, visão turva)
  • As lesões ficarem muito vermelhas, quentes, com pus ou muito dolorosas (sinal de infeção bacteriana)
  • A pessoa pertencer a um grupo de risco (grávida, imunocomprometida, recém-nascido, adulto não vacinado)
  • A doença não melhorar após 7 dias ou agravar após melhoria inicial

Dirija-se imediatamente a urgências ou ligue 112 se:

  • Houver dificuldade respiratória, respiração rápida ou dor no peito
  • Surgirem convulsões, confusão mental, sonolência excessiva ou alteração do estado de consciência
  • A pessoa ficar incapaz de beber líquidos por mais de 8 horas (risco de desidratação)
  • Houver sinais de meningite (rigidez da nuca, fotofobia intensa, vómitos em jato)

Tratamento e Cuidados em Casa

Na grande maioria dos casos, a varicela em crianças saudáveis trata-se em casa com medidas de conforto e vigilância.

Como Aliviar o Prurido

O controlo do prurido é o maior desafio no tratamento da varicela, porque os arranhões aumentam o risco de cicatrizes e de infeção bacteriana. As medidas mais eficazes incluem:

  • Cortar as unhas da criança muito curtas para minimizar o dano dos arranhões involuntários
  • Banhos de água morna com aveia coloidal ou bicarbonato de sódio (2 colheres por banheira) podem aliviar o prurido temporariamente
  • Loção de calamina aplicada diretamente sobre as lesões — tem efeito refrescante e antiprurido
  • Anti-histamínicos orais (sob orientação médica ou farmacêutica) — como a cetirizina ou a loratadina, que podem ser usados em crianças acima dos 2 anos para aliviar o prurido
  • Vestuário largo e de algodão para reduzir o atrito sobre as lesões
  • Manter o quarto fresco — o calor intensifica o prurido

Controlo da Febre

Para o controlo da febre e da dor, utilize paracetamol na dose ajustada ao peso da criança. Nunca use ibuprofeno em crianças com varicela — está associado a maior risco de infeções bacterianas graves das lesões (fasceíte necrosante). Nunca use aspirina em crianças ou adolescentes com varicela pelo risco de síndrome de Reye.

Antivirais (Apenas por Indicação Médica)

O médico pode prescrever aciclovir em casos específicos:

  • Adultos (onde a doença tende a ser mais grave)
  • Adolescentes acima dos 14 anos
  • Pessoas com eczema grave ou doenças pulmonares crónicas
  • Pessoas a tomar corticoides
  • Quando iniciado nas primeiras 24 horas da erupção, reduz a duração e gravidade da doença

Em grávidas e imunocomprometidos, podem ser utilizados antivirais intravenosos em contexto hospitalar.

Hidratação e Repouso

Manter uma boa hidratação é fundamental, especialmente se a febre for alta. Se existirem lesões na boca, prefira alimentos moles e frescos. O isolamento domiciliário deve ser mantido até todas as vesículas formarem crosta.


Vacinação Contra a Varicela em Portugal

A vacina contra a varicela é a medida preventiva mais eficaz disponível. Em Portugal, a vacina Varilrix ou Varivax (vacinas de vírus vivos atenuados) foi integrada no Programa Nacional de Vacinação (PNV) em 2023, sendo agora gratuita para os grupos elegíveis.

Esquema Vacinal em Portugal (PNV 2023)

  • Aos 12 meses: primeira dose da vacina varicela (juntamente com a VASPR2 — vacina sarampo, parotidite, rubéola e varicela, quando disponível)
  • Aos 5 anos: segunda dose (reforço)
  • Crianças entre 1 e 12 anos sem vacinação ou história de varicela: 2 doses com intervalo mínimo de 4 a 8 semanas
  • Adolescentes e adultos suscetíveis: 2 doses com intervalo de 4 a 8 semanas (disponível nos centros de saúde ou clínicas privadas)

Duas doses conferem uma eficácia estimada de 85 a 90% contra qualquer forma de varicela e de 95 a 100% contra formas graves. Mesmo quando a vacina não previne completamente a infeção, a doença nos vacinados é significativamente mais ligeira — com menos lesões, febre mais baixa e menor duração.

Quem Deve Vacinar-se Prioritariamente

Além das crianças incluídas no PNV, a DGS recomenda vacinação para:

  • Adolescentes e adultos jovens sem história de varicela ou vacinação
  • Profissionais de saúde sem imunidade documentada
  • Mulheres em idade fértil sem imunidade (antes de engravidar — nunca durante a gravidez)
  • Contactos domiciliários de pessoas imunocomprometidas

Contraindicações à Vacina

Por ser uma vacina de vírus vivos atenuados, a vacina contra a varicela está contraindicada em:

  • Grávidas (evitar gravidez durante 1 mês após vacinação)
  • Pessoas com imunodeficiência grave ou em tratamento imunossupressor
  • Pessoas com história de reação anafilática a componentes da vacina

Perguntas Frequentes sobre a Varicela

A varicela é obrigatória em Portugal?

Não, a varicela não é uma doença de declaração obrigatória, ao contrário do sarampo. No entanto, a vacina está agora incluída no PNV e é fortemente recomendada pela DGS para todas as crianças.

Se já tive varicela, posso ter herpes zóster?

Sim. O vírus varicela-zóster permanece latente nos gânglios nervosos após a varicela e pode reativar décadas depois como herpes zóster (zona). Esta reativação é mais comum em pessoas com mais de 50 anos ou imunocomprometidas e causa erupção dolorosa ao longo de um nervo, geralmente no tronco ou no rosto.

A varicela pode causar cicatrizes permanentes?

As lesões de varicela normalmente não deixam cicatrizes se não forem arranhadas. O principal risco de cicatrizes surge quando as vesículas são abertas por arranhões e ficam infetadas por bactérias. Manter as unhas cortadas, usar luvas de algodão durante a noite em crianças pequenas e aplicar loção de calamina ajudam a prevenir este problema.

Como saber se a varicela está a melhorar ou a complicar?

A varicela está a evoluir normalmente se a febre baixar nos primeiros 3 a 4 dias, as novas lesões pararem de surgir ao fim de 5 dias e as vesículas começarem a secar e a formar crosta. Sinais de complicação incluem: febre que sobe após melhoria inicial, lesões que ficam vermelhas e dolorosas, dificuldade respiratória ou alterações do estado de consciência.


Conclusão

A varicela é uma doença viral comum e na maioria dos casos autolimitada, mas que requer cuidados específicos e vigilância atenta — especialmente em crianças pequenas, adultos, grávidas e pessoas imunocomprometidas. O isolamento durante a fase de contágio é essencial para proteger outros membros da família e da comunidade.

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a varicela e as suas complicações. Em Portugal, a vacina está agora incluída no Programa Nacional de Vacinação e é gratuita para crianças. Consulte o seu médico de família ou centro de saúde para verificar se a vacinação do seu filho está atualizada.

Se tiver dúvidas sobre os sintomas da varicela ou se a situação estiver a preocupá-lo, ligue para o SNS 24: 808 24 24 24. Em caso de emergência, ligue sempre 112.


Informação baseada nas orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), do SNS 24 e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Este artigo tem fins informativos e não substitui a consulta com um profissional de saúde.

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