Ossos e Articulacoes

Tendinite: Sintomas, Causas e Tratamento

Equipa Sintomas.pt 10 de abril de 2026 #tendinite #tendão #dor muscular
Pessoa a segurar o ombro com expressão de dor, ilustrando sintomas de tendinite

Este conteudo e informativo e nao substitui uma consulta medica. Em caso de emergencia, ligue 112.

Aviso Médico: Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a consulta médica. Nunca utilize esta informação para autodiagnosticar ou automedicar-se. Perante qualquer sintoma preocupante, consulte o seu médico ou ligue para o SNS 24: 808 24 24 24.

Tendinite: Sintomas, Causas, Tratamento e Quando Consultar um Médico

A dor que surge ao levantar o braço, ao subir escadas, ao segurar uma raquete ou simplesmente ao andar — pode ser o sinal de uma tendinite. Esta condição, uma das mais comuns na área músculo-esquelética, afeta pessoas de todas as idades e estilos de vida, desde desportistas amadores a trabalhadores de escritório, passando por profissionais com funções repetitivas.

Em Portugal, as tendinites representam uma das principais causas de consulta em ortopedia e medicina física e de reabilitação, com especial incidência na primavera e no verão, quando a atividade física aumenta abruptamente após meses de sedentarismo. Apesar de serem muito comuns, as tendinites são frequentemente mal geridas — seja por subvalorização dos sintomas, seja por retorno precoce à atividade. Quando afeta o punho, pode ser confundida com a síndrome do túnel cárpico ou com condições como a fibromialgia, que também causam dor musculoesquelética.

Neste guia, explicamos em detalhe o que é a tendinite, como se manifesta em diferentes partes do corpo, quais as suas causas, como se trata e quando é urgente consultar um médico.


O Que É a Tendinite? Inflamação vs. Degeneração

A tendinite é, classicamente, definida como a inflamação aguda de um tendão — a estrutura de tecido fibroso que une o músculo ao osso. Esta inflamação resulta em dor, sensibilidade ao toque e limitação do movimento.

Tendão: Estrutura e Função

Os tendões são compostos principalmente por fibras de colagénio tipo I, dispostas em feixes paralelos de grande resistência. São estruturas relativamente pouco vascularizadas, o que explica a sua tendência para recuperação lenta. A função dos tendões é transmitir a força gerada pelo músculo ao osso, permitindo o movimento articular.

Tendinite vs. Tendinose: Uma Distinção Importante

Com o crescimento dos estudos de biópsia e imagem, tornou-se claro que muitos casos designados como “tendinite” são, na verdade, tendinose — um processo de degeneração do tendão sem inflamação significativa. Na tendinose, as fibras de colagénio estão desorientadas, há aumento de vascularização anómala e espessamento do tendão, mas poucos marcadores inflamatórios.

CaracterísticaTendinite (aguda)Tendinose (crónica)
DuraçãoDias a semanasMeses a anos
HistologiaInflamação com células inflamatóriasDegeneração, sem inflamação típica
DorIntensa, localizadaPersistente, difusa
CausaTraumatismo, sobrecarga agudaSobrecarga repetida, envelhecimento
Resposta a AINEsHabitualmente boaVariável, frequentemente limitada
RecuperaçãoHabitualmente completaMais prolongada e incerta

Esta distinção tem implicações práticas no tratamento — o médico ou fisioterapeuta poderá adaptar a abordagem consoante a fase e o tipo de problema tendinoso.


Como Reconhecer os Sintomas de Tendinite?

Os sintomas da tendinite variam consoante o tendão afetado e a fase (aguda vs. crónica), mas partilham características comuns que permitem reconhecê-la.

Sintomas Comuns a Todas as Tendinites

  • Dor localizada — habitualmente bem delimitada ao longo do tendão ou na sua inserção no osso; pode ser descrita como surda, latejante ou em queimação
  • Piora com o movimento — a dor agrava-se com atividades específicas que solicitam o tendão afetado e alivia com o repouso
  • Sensibilidade ao toque — pressionar o tendão provoca dor; este é um sinal muito característico
  • Inchaço discreto — pode haver algum espessamento ou edema na zona do tendão, mais visível nos tendões superficiais (Aquiles, tibial anterior)
  • Rigidez — especialmente após períodos de repouso prolongado (como ao acordar de manhã ou após estar sentado)
  • Crepitação — sensação de “rangido” ou “estalos” ao mover a articulação, mais comum nas tenossinovites

Sintomas que PODEM indicar complicações

  • Dor intensa e súbita com “estalido” ao movimento — pode sugerir rotura do tendão
  • Inchaço rápido e significativo
  • Incapacidade total de mover a articulação
  • Febre associada à dor — pode indicar infeção (tenossinovite séptica)

Tendinite por Localização: Sintomas Específicos

Tendinite do Ombro

A tendinite do ombro é uma das formas mais frequentes e afeta maioritariamente o tendão do supraespinhoso (músculo da coifa dos rotadores). Os sintomas incluem:

  • Dor na face anterior ou lateral do ombro, que pode irradiar para o braço
  • Dificuldade em levantar o braço acima da cabeça ou para o lado
  • Dor noturna, especialmente ao deitar sobre o ombro afetado
  • Limitação progressiva da amplitude de movimento

Tendinite do Ombro nos Desportistas

Em desportistas que praticam modalidades acima da cabeça (natação, voleibol, ténis, andebol), a tendinite do ombro pode surgir após aumento de treino, técnica incorreta ou equipamento inadequado. A “ombro do nadador” e a “ombro do lançador” são entidades bem reconhecidas.

Tendinite do Ombro nos Idosos

Com o envelhecimento, os tendões da coifa dos rotadores sofrem degeneração progressiva. Em pessoas acima dos 60 anos, a tendinite pode coexistir com rupturas parciais ou totais do tendão, que se manifestam com fraqueza mais marcada e limitação funcional severa.


Tendinite do Cotovelo (Epicondilite)

A epicondilite é a tendinite que afeta os tendões do cotovelo, com duas apresentações clássicas:

Epicondilite lateral (“cotovelo de tenista”):

  • Dor na face externa do cotovelo, que pode irradiar para o antebraço
  • Agrava com movimentos de extensão do punho e aperto da mão
  • Comum em tenistas amadores, mas também em utilizadores de rato informático e em trabalhadores com movimentos repetitivos

Epicondilite medial (“cotovelo de golfista”):

  • Dor na face interna do cotovelo
  • Agrava com movimentos de flexão do punho e pronação do antebraço
  • Mais frequente em golfistas, lançadores de basebol e trabalhadores da construção

Tendinite do Joelho (Tendinite Rotuliana)

A tendinite rotuliana, também conhecida como “joelho do saltador”, afeta o tendão que une a rótula à tíbia:

  • Dor abaixo da rótula, que piora ao subir e descer escadas, agachar ou saltar
  • Frequente em desportistas de modalidades com saltos frequentes (basquetebol, voleibol, atletismo)
  • Pode também surgir em adultos sedentários que iniciam atividade física de forma abrupta

Tendinite de Aquiles

O tendão de Aquiles é o maior e mais robusto do corpo, mas também sujeito a grandes forças. A tendinite de Aquiles manifesta-se com:

  • Dor e rigidez no tendão acima do calcanhar, especialmente de manhã ao levantar
  • Espessamento palpável do tendão
  • Dor que aumenta com corrida, subida de escadas ou terrenos irregulares
  • Pode progredir para rotura do tendão se não tratada adequadamente

Causas e Fatores de Risco

Sobrecarga e Movimentos Repetitivos

A causa mais comum de tendinite é a sobrecarga cumulativa — solicitação repetida do tendão além da sua capacidade de recuperação. Isto pode ocorrer por:

  • Aumento súbito da intensidade, duração ou frequência do exercício
  • Técnica desportiva incorreta
  • Equipamento inadequado (calçado, raquete, bicicleta mal regulada)
  • Atividades profissionais repetitivas

Traumatismo Agudo

Um impacto direto no tendão, uma torção ou um movimento brusco podem causar uma tendinite aguda, com inflamação imediata e dor intensa.

Fatores de Risco Individuais

Fator de RiscoMecanismo
Idade avançadaDegeneração das fibras de colagénio, menor vascularização
Diabetes mellitusGlicação das fibras de colagénio, reduz resistência
ObesidadeMaior carga mecânica sobre os tendões
Artrite reumatoideInflamação sistémica afeta tendões e bainhas
GotaDepósitos de urato podem afetar tendões
HipotiroidismoAlteração do metabolismo do colagénio
FluoroquinolonasAntibióticos que podem fragilizar os tendões
CorticosteroidesUso prolongado enfraquece o tecido tendinoso
Hipercolesterolemia familiarDepósitos de colesterol nos tendões (xantomas)

Fatores Biomecânicos

Alterações na mecânica do movimento — como pé plano, diferença de comprimento dos membros ou encurtamento muscular — podem aumentar o stress sobre determinados tendões e predispor à tendinite.


Como é Feito o Diagnóstico de Tendinite?

Avaliação Clínica

O diagnóstico é essencialmente clínico. O médico realiza:

  • Anamnese: história dos sintomas, atividades desencadeantes, evolução
  • Inspeção: observação de inchaço, vermelhidão ou deformidade
  • Palpação: identificação do ponto de máxima dor sobre o tendão
  • Testes de movimento: avaliação de amplitude de movimento ativo e passivo
  • Testes específicos: manobras que reproduzem a dor ao solicitar o tendão específico

Exames Complementares

Na maioria dos casos, o diagnóstico clínico é suficiente. No entanto, podem ser pedidos:

  • Ecografia: exame de primeira linha para visualizar os tendões; permite identificar inflamação, espessamento, rupturas parciais e tenossinovite. É barato, acessível e não usa radiação
  • Ressonância Magnética (RM): indica nos casos de suspeita de rotura tendinosa ou quando a ecografia é inconclusiva; fornece imagens de alta resolução dos tecidos moles
  • Radiografia: não visualiza diretamente os tendões, mas útil para excluir calcificações (tendinite calcificante) ou patologia óssea associada
  • Análises ao sangue: pedidas quando se suspeita de causa sistémica (artrite reumatoide, gota, diabetes, hipotiroidismo)

Tratamento da Tendinite

Fase Aguda: Primeiros Dias

Na fase aguda (primeiras 48-72 horas), o objetivo é controlar a inflamação e a dor:

Repouso relativo: não é necessário imobilização total, mas deve evitar-se as atividades que provocam dor. Manter atividade de baixo impacto que não solicite o tendão afetado é geralmente benéfico.

Crioterapia (gelo): aplicar gelo envolvido numa toalha durante 15-20 minutos, 3-4 vezes por dia. O gelo reduz o edema e tem efeito analgésico. Nunca aplique gelo diretamente na pele.

Elevação: quando possível, elevar o membro afetado reduz o edema.

Medicação:

  • Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais (ibuprofeno, naproxeno) ou tópicos (gel de diclofenac) reduzem a dor e a inflamação
  • Analgésicos (paracetamol) para controlo da dor, se os AINEs estiverem contraindicados

Tratamento de Reabilitação

A fisioterapia é o pilar fundamental do tratamento das tendinites, especialmente nas formas crónicas:

Exercício excêntrico: demonstrou-se ser particularmente eficaz na tendinose do tendão de Aquiles e do tendão rotuliano. Consiste em contrações musculares em que o músculo se alonga enquanto trabalha, “recondicionando” as fibras do tendão.

Ultrassons terapêuticos: utilizados pelos fisioterapeutas, promovem a cicatrização dos tecidos através de efeitos térmicos e mecânicos.

Laser de baixa intensidade: reduz a inflamação e estimula a reparação tecidual.

Mobilização e alongamentos: exercícios de amplitude de movimento e alongamentos progressivos que restauram a função articular.

Fortalecimento muscular: exercícios progressivos para restabelecer a força e o controlo neuromuscular, fundamentais para a prevenção de recidivas.

Tratamentos Especializados

Quando o tratamento conservador não é suficiente, o médico pode recomendar:

Infiltrações de corticosteroides: A injeção de um corticosteroide (habitualmente guiada por ecografia) na zona do tendão pode proporcionar alívio significativo da dor. No entanto, infiltrações repetidas podem fragilizar o tendão e aumentar o risco de rotura, pelo que o número de infiltrações é limitado.

Terapia por Ondas de Choque (TOC): Tratamento não invasivo que utiliza ondas de pressão para estimular a cicatrização do tendão. Está indicada sobretudo nas tendinoses crónicas refratárias ao tratamento convencional. Pode causar dor durante a sessão, mas não tem efeitos secundários significativos.

Injeções de Plasma Rico em Plaquetas (PRP): O PRP é obtido a partir do sangue do próprio doente, centrifugado para concentrar fatores de crescimento. A sua injeção no tendão visa estimular a reparação natural. A evidência científica ainda é emergente, mas os resultados em tendinoses crónicas são promissores.

Cirurgia: Reservada para casos graves e refratários a todos os tratamentos conservadores. As opções cirúrgicas incluem desbridamento do tecido degenerado, remoção de calcificações ou reparação de rupturas. Na maioria das tendinites, a cirurgia não é necessária.


Quando Consultar um Médico

Procure avaliação médica se apresentar:

  • Dor que persiste mais de duas semanas apesar de repouso e analgésicos
  • Dor severa que impede as atividades da vida diária
  • Inchaço rápido ou significativo após um traumatismo
  • Sensação de “estalido” com dor súbita e intensa — pode indicar rotura do tendão
  • Febre associada à dor — sinal de possível infeção (emergência médica)
  • Incapacidade total de mover a articulação
  • Sintomas recorrentes que não permitem retorno ao desporto ou trabalho
  • Dor noturna intensa que interfere com o sono

Contactos de Saúde em Portugal

  • SNS 24: 808 24 24 24 (linha de saúde disponível 24 horas para aconselhamento)
  • Médico de Família: ponto de entrada no SNS; pode pedir ecografia e referenciar para ortopedia, reumatologia ou medicina física e de reabilitação
  • Urgência Hospitalar: em caso de suspeita de rotura tendinosa, febre ou trauma significativo
  • Emergência: 112 (em caso de urgência grave)

Prevenção de Tendinites

Regras para Desportistas

  • Progressão gradual: aumentar a carga de treino não mais de 10% por semana (“regra dos 10%”)
  • Aquecimento e arrefecimento: nunca saltar as rotinas de aquecimento antes e arrefecimento após o exercício
  • Técnica correta: aprender e manter a técnica adequada, especialmente em desportos técnicos
  • Material adequado: calçado com boa amortização e suporte, equipamento ajustado à morfologia do praticante
  • Descanso: incluir dias de recuperação no plano de treino e respeitar os sinais do corpo
  • Força e flexibilidade: treino específico de fortalecimento dos músculos estabilizadores e de flexibilidade

No Trabalho

  • Ergonomia: ajustar a altura da cadeira, do ecrã e do teclado para posições neutras dos pulsos e ombros
  • Pausas regulares: fazer microinterrupções a cada 45-60 minutos em trabalho repetitivo
  • Rotação de tarefas: em linhas de produção, alternar tarefas para distribuir a carga pelos diferentes grupos musculares
  • Equipamentos de proteção: usar luvas ou dispositivos amortecedores de vibração quando adequado

Saúde Geral

  • Manter um peso saudável para reduzir a carga sobre os tendões dos membros inferiores
  • Controlar doenças crónicas que afetam os tendões (diabetes, gota, hipotiroidismo)
  • Hidratação adequada — os tendões precisam de hidratação para manter a elasticidade
  • Evitar o tabagismo — a nicotina prejudica a vascularização e a cicatrização dos tendões

Perguntas Frequentes sobre Tendinite

O que é uma tendinite? A tendinite é a inflamação de um tendão — a estrutura fibrosa que une o músculo ao osso. Pode surgir em qualquer tendão do corpo, mas é mais comum no ombro, cotovelo, punho, joelho e tendão de Aquiles. Resulta habitualmente de movimentos repetitivos, sobrecarga, traumatismo ou envelhecimento dos tecidos. Manifesta-se com dor, sensibilidade ao toque e dificuldade no movimento da articulação afetada.

Quanto tempo dura uma tendinite? Uma tendinite aguda pode durar entre duas a seis semanas com tratamento adequado. Os casos crónicos ou recorrentes, conhecidos como tendinose, podem persistir durante meses. A duração depende da localização, gravidade da lesão, adesão ao tratamento e modificação das atividades que causaram a tendinite. Sem tratamento, os sintomas tendem a prolongar-se e a agravar-se.

Qual a diferença entre tendinite e artrite? A tendinite é a inflamação de um tendão (estrutura que liga músculo ao osso), causando dor localizada que piora com movimentos específicos. A artrite é a inflamação da própria articulação, que pode causar dor, inchaço e rigidez na articulação em si, frequentemente presente ao repouso e de manhã. A artrite reumatoide afeta múltiplas articulações simetricamente, enquanto a tendinite tende a ser unilateral e relacionada com uso excessivo.

Como tratar a tendinite em casa? O tratamento caseiro inclui repouso da área afetada, aplicação de gelo nas primeiras 48-72 horas (20 minutos, 3-4 vezes por dia), elevação do membro se possível, e uso de anti-inflamatórios de venda livre como ibuprofeno ou naproxeno. Após a fase aguda, pode alternar gelo com calor. É importante evitar as atividades que desencadearam a lesão. Se os sintomas não melhorarem em duas semanas, consulte um médico.

A tendinite afeta mais os idosos? Sim, os idosos têm maior risco de tendinite porque os tendões perdem elasticidade e capacidade de reparação com a idade. Neste grupo, a tendinose (degeneração crónica do tendão) é mais comum do que a inflamação aguda. Além disso, doenças como diabetes, artrite reumatoide e gota, mais prevalentes nos idosos, aumentam o risco de problemas nos tendões.

A tendinite tem cura? Sim, a grande maioria das tendinites cura completamente com tratamento adequado e modificação dos fatores de risco. O tratamento conservador (repouso, fisioterapia, anti-inflamatórios) é eficaz em 80-90% dos casos. Os casos crónicos ou que não respondem ao tratamento conservador podem beneficiar de infiltrações de corticosteroides, terapia por ondas de choque ou, raramente, cirurgia.

É possível fazer desporto com tendinite? Em geral, deve-se evitar as atividades que provocam ou agravam a dor durante a fase aguda. No entanto, atividades que não solicitem o tendão afetado podem ser mantidas. Durante a recuperação, a fisioterapia orienta sobre o retorno progressivo à atividade física. Forçar o tendão inflamado aumenta o risco de rotura e de cronicidade. Sempre consulte um profissional de saúde antes de retomar o desporto.

Quais os tendões mais afetados por tendinite em Portugal? Em Portugal, como em toda a Europa, os tendões mais frequentemente afetados são: o tendão supraespinhoso no ombro (tendinite do ombro), o tendão do epicôndilo lateral (cotovelo de tenista), o tendão rotuliano no joelho, o tendão de Aquiles no tornozelo, e os tendões do punho e do polegar. A escolha do tendão afetado depende muito da atividade profissional e desportiva da pessoa.


Este artigo foi elaborado pela Equipa Sintomas.pt com base em informação clínica atualizada e nas recomendações das autoridades de saúde portuguesas. Consulte sempre um profissional de saúde perante qualquer sintoma. Para informação de saúde de confiança em Portugal, consulte o SNS, a DGS e a OMS.

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