Aviso Médico: Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a consulta médica. Nunca utilize esta informação para autodiagnosticar ou automedicar-se. Perante qualquer sintoma preocupante, consulte o seu médico ou ligue para o SNS 24: 808 24 24 24.
Tendinite: Sintomas, Causas, Tratamento e Quando Consultar um Médico
A dor que surge ao levantar o braço, ao subir escadas, ao segurar uma raquete ou simplesmente ao andar — pode ser o sinal de uma tendinite. Esta condição, uma das mais comuns na área músculo-esquelética, afeta pessoas de todas as idades e estilos de vida, desde desportistas amadores a trabalhadores de escritório, passando por profissionais com funções repetitivas.
Em Portugal, as tendinites representam uma das principais causas de consulta em ortopedia e medicina física e de reabilitação, com especial incidência na primavera e no verão, quando a atividade física aumenta abruptamente após meses de sedentarismo. Apesar de serem muito comuns, as tendinites são frequentemente mal geridas — seja por subvalorização dos sintomas, seja por retorno precoce à atividade. Quando afeta o punho, pode ser confundida com a síndrome do túnel cárpico ou com condições como a fibromialgia, que também causam dor musculoesquelética.
Neste guia, explicamos em detalhe o que é a tendinite, como se manifesta em diferentes partes do corpo, quais as suas causas, como se trata e quando é urgente consultar um médico.
O Que É a Tendinite? Inflamação vs. Degeneração
A tendinite é, classicamente, definida como a inflamação aguda de um tendão — a estrutura de tecido fibroso que une o músculo ao osso. Esta inflamação resulta em dor, sensibilidade ao toque e limitação do movimento.
Tendão: Estrutura e Função
Os tendões são compostos principalmente por fibras de colagénio tipo I, dispostas em feixes paralelos de grande resistência. São estruturas relativamente pouco vascularizadas, o que explica a sua tendência para recuperação lenta. A função dos tendões é transmitir a força gerada pelo músculo ao osso, permitindo o movimento articular.
Tendinite vs. Tendinose: Uma Distinção Importante
Com o crescimento dos estudos de biópsia e imagem, tornou-se claro que muitos casos designados como “tendinite” são, na verdade, tendinose — um processo de degeneração do tendão sem inflamação significativa. Na tendinose, as fibras de colagénio estão desorientadas, há aumento de vascularização anómala e espessamento do tendão, mas poucos marcadores inflamatórios.
| Característica | Tendinite (aguda) | Tendinose (crónica) |
|---|---|---|
| Duração | Dias a semanas | Meses a anos |
| Histologia | Inflamação com células inflamatórias | Degeneração, sem inflamação típica |
| Dor | Intensa, localizada | Persistente, difusa |
| Causa | Traumatismo, sobrecarga aguda | Sobrecarga repetida, envelhecimento |
| Resposta a AINEs | Habitualmente boa | Variável, frequentemente limitada |
| Recuperação | Habitualmente completa | Mais prolongada e incerta |
Esta distinção tem implicações práticas no tratamento — o médico ou fisioterapeuta poderá adaptar a abordagem consoante a fase e o tipo de problema tendinoso.
Como Reconhecer os Sintomas de Tendinite?
Os sintomas da tendinite variam consoante o tendão afetado e a fase (aguda vs. crónica), mas partilham características comuns que permitem reconhecê-la.
Sintomas Comuns a Todas as Tendinites
- Dor localizada — habitualmente bem delimitada ao longo do tendão ou na sua inserção no osso; pode ser descrita como surda, latejante ou em queimação
- Piora com o movimento — a dor agrava-se com atividades específicas que solicitam o tendão afetado e alivia com o repouso
- Sensibilidade ao toque — pressionar o tendão provoca dor; este é um sinal muito característico
- Inchaço discreto — pode haver algum espessamento ou edema na zona do tendão, mais visível nos tendões superficiais (Aquiles, tibial anterior)
- Rigidez — especialmente após períodos de repouso prolongado (como ao acordar de manhã ou após estar sentado)
- Crepitação — sensação de “rangido” ou “estalos” ao mover a articulação, mais comum nas tenossinovites
Sintomas que PODEM indicar complicações
- Dor intensa e súbita com “estalido” ao movimento — pode sugerir rotura do tendão
- Inchaço rápido e significativo
- Incapacidade total de mover a articulação
- Febre associada à dor — pode indicar infeção (tenossinovite séptica)
Tendinite por Localização: Sintomas Específicos
Tendinite do Ombro
A tendinite do ombro é uma das formas mais frequentes e afeta maioritariamente o tendão do supraespinhoso (músculo da coifa dos rotadores). Os sintomas incluem:
- Dor na face anterior ou lateral do ombro, que pode irradiar para o braço
- Dificuldade em levantar o braço acima da cabeça ou para o lado
- Dor noturna, especialmente ao deitar sobre o ombro afetado
- Limitação progressiva da amplitude de movimento
Tendinite do Ombro nos Desportistas
Em desportistas que praticam modalidades acima da cabeça (natação, voleibol, ténis, andebol), a tendinite do ombro pode surgir após aumento de treino, técnica incorreta ou equipamento inadequado. A “ombro do nadador” e a “ombro do lançador” são entidades bem reconhecidas.
Tendinite do Ombro nos Idosos
Com o envelhecimento, os tendões da coifa dos rotadores sofrem degeneração progressiva. Em pessoas acima dos 60 anos, a tendinite pode coexistir com rupturas parciais ou totais do tendão, que se manifestam com fraqueza mais marcada e limitação funcional severa.
Tendinite do Cotovelo (Epicondilite)
A epicondilite é a tendinite que afeta os tendões do cotovelo, com duas apresentações clássicas:
Epicondilite lateral (“cotovelo de tenista”):
- Dor na face externa do cotovelo, que pode irradiar para o antebraço
- Agrava com movimentos de extensão do punho e aperto da mão
- Comum em tenistas amadores, mas também em utilizadores de rato informático e em trabalhadores com movimentos repetitivos
Epicondilite medial (“cotovelo de golfista”):
- Dor na face interna do cotovelo
- Agrava com movimentos de flexão do punho e pronação do antebraço
- Mais frequente em golfistas, lançadores de basebol e trabalhadores da construção
Tendinite do Joelho (Tendinite Rotuliana)
A tendinite rotuliana, também conhecida como “joelho do saltador”, afeta o tendão que une a rótula à tíbia:
- Dor abaixo da rótula, que piora ao subir e descer escadas, agachar ou saltar
- Frequente em desportistas de modalidades com saltos frequentes (basquetebol, voleibol, atletismo)
- Pode também surgir em adultos sedentários que iniciam atividade física de forma abrupta
Tendinite de Aquiles
O tendão de Aquiles é o maior e mais robusto do corpo, mas também sujeito a grandes forças. A tendinite de Aquiles manifesta-se com:
- Dor e rigidez no tendão acima do calcanhar, especialmente de manhã ao levantar
- Espessamento palpável do tendão
- Dor que aumenta com corrida, subida de escadas ou terrenos irregulares
- Pode progredir para rotura do tendão se não tratada adequadamente
Causas e Fatores de Risco
Sobrecarga e Movimentos Repetitivos
A causa mais comum de tendinite é a sobrecarga cumulativa — solicitação repetida do tendão além da sua capacidade de recuperação. Isto pode ocorrer por:
- Aumento súbito da intensidade, duração ou frequência do exercício
- Técnica desportiva incorreta
- Equipamento inadequado (calçado, raquete, bicicleta mal regulada)
- Atividades profissionais repetitivas
Traumatismo Agudo
Um impacto direto no tendão, uma torção ou um movimento brusco podem causar uma tendinite aguda, com inflamação imediata e dor intensa.
Fatores de Risco Individuais
| Fator de Risco | Mecanismo |
|---|---|
| Idade avançada | Degeneração das fibras de colagénio, menor vascularização |
| Diabetes mellitus | Glicação das fibras de colagénio, reduz resistência |
| Obesidade | Maior carga mecânica sobre os tendões |
| Artrite reumatoide | Inflamação sistémica afeta tendões e bainhas |
| Gota | Depósitos de urato podem afetar tendões |
| Hipotiroidismo | Alteração do metabolismo do colagénio |
| Fluoroquinolonas | Antibióticos que podem fragilizar os tendões |
| Corticosteroides | Uso prolongado enfraquece o tecido tendinoso |
| Hipercolesterolemia familiar | Depósitos de colesterol nos tendões (xantomas) |
Fatores Biomecânicos
Alterações na mecânica do movimento — como pé plano, diferença de comprimento dos membros ou encurtamento muscular — podem aumentar o stress sobre determinados tendões e predispor à tendinite.
Como é Feito o Diagnóstico de Tendinite?
Avaliação Clínica
O diagnóstico é essencialmente clínico. O médico realiza:
- Anamnese: história dos sintomas, atividades desencadeantes, evolução
- Inspeção: observação de inchaço, vermelhidão ou deformidade
- Palpação: identificação do ponto de máxima dor sobre o tendão
- Testes de movimento: avaliação de amplitude de movimento ativo e passivo
- Testes específicos: manobras que reproduzem a dor ao solicitar o tendão específico
Exames Complementares
Na maioria dos casos, o diagnóstico clínico é suficiente. No entanto, podem ser pedidos:
- Ecografia: exame de primeira linha para visualizar os tendões; permite identificar inflamação, espessamento, rupturas parciais e tenossinovite. É barato, acessível e não usa radiação
- Ressonância Magnética (RM): indica nos casos de suspeita de rotura tendinosa ou quando a ecografia é inconclusiva; fornece imagens de alta resolução dos tecidos moles
- Radiografia: não visualiza diretamente os tendões, mas útil para excluir calcificações (tendinite calcificante) ou patologia óssea associada
- Análises ao sangue: pedidas quando se suspeita de causa sistémica (artrite reumatoide, gota, diabetes, hipotiroidismo)
Tratamento da Tendinite
Fase Aguda: Primeiros Dias
Na fase aguda (primeiras 48-72 horas), o objetivo é controlar a inflamação e a dor:
Repouso relativo: não é necessário imobilização total, mas deve evitar-se as atividades que provocam dor. Manter atividade de baixo impacto que não solicite o tendão afetado é geralmente benéfico.
Crioterapia (gelo): aplicar gelo envolvido numa toalha durante 15-20 minutos, 3-4 vezes por dia. O gelo reduz o edema e tem efeito analgésico. Nunca aplique gelo diretamente na pele.
Elevação: quando possível, elevar o membro afetado reduz o edema.
Medicação:
- Anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) orais (ibuprofeno, naproxeno) ou tópicos (gel de diclofenac) reduzem a dor e a inflamação
- Analgésicos (paracetamol) para controlo da dor, se os AINEs estiverem contraindicados
Tratamento de Reabilitação
A fisioterapia é o pilar fundamental do tratamento das tendinites, especialmente nas formas crónicas:
Exercício excêntrico: demonstrou-se ser particularmente eficaz na tendinose do tendão de Aquiles e do tendão rotuliano. Consiste em contrações musculares em que o músculo se alonga enquanto trabalha, “recondicionando” as fibras do tendão.
Ultrassons terapêuticos: utilizados pelos fisioterapeutas, promovem a cicatrização dos tecidos através de efeitos térmicos e mecânicos.
Laser de baixa intensidade: reduz a inflamação e estimula a reparação tecidual.
Mobilização e alongamentos: exercícios de amplitude de movimento e alongamentos progressivos que restauram a função articular.
Fortalecimento muscular: exercícios progressivos para restabelecer a força e o controlo neuromuscular, fundamentais para a prevenção de recidivas.
Tratamentos Especializados
Quando o tratamento conservador não é suficiente, o médico pode recomendar:
Infiltrações de corticosteroides: A injeção de um corticosteroide (habitualmente guiada por ecografia) na zona do tendão pode proporcionar alívio significativo da dor. No entanto, infiltrações repetidas podem fragilizar o tendão e aumentar o risco de rotura, pelo que o número de infiltrações é limitado.
Terapia por Ondas de Choque (TOC): Tratamento não invasivo que utiliza ondas de pressão para estimular a cicatrização do tendão. Está indicada sobretudo nas tendinoses crónicas refratárias ao tratamento convencional. Pode causar dor durante a sessão, mas não tem efeitos secundários significativos.
Injeções de Plasma Rico em Plaquetas (PRP): O PRP é obtido a partir do sangue do próprio doente, centrifugado para concentrar fatores de crescimento. A sua injeção no tendão visa estimular a reparação natural. A evidência científica ainda é emergente, mas os resultados em tendinoses crónicas são promissores.
Cirurgia: Reservada para casos graves e refratários a todos os tratamentos conservadores. As opções cirúrgicas incluem desbridamento do tecido degenerado, remoção de calcificações ou reparação de rupturas. Na maioria das tendinites, a cirurgia não é necessária.
Quando Consultar um Médico
Procure avaliação médica se apresentar:
- Dor que persiste mais de duas semanas apesar de repouso e analgésicos
- Dor severa que impede as atividades da vida diária
- Inchaço rápido ou significativo após um traumatismo
- Sensação de “estalido” com dor súbita e intensa — pode indicar rotura do tendão
- Febre associada à dor — sinal de possível infeção (emergência médica)
- Incapacidade total de mover a articulação
- Sintomas recorrentes que não permitem retorno ao desporto ou trabalho
- Dor noturna intensa que interfere com o sono
Contactos de Saúde em Portugal
- SNS 24: 808 24 24 24 (linha de saúde disponível 24 horas para aconselhamento)
- Médico de Família: ponto de entrada no SNS; pode pedir ecografia e referenciar para ortopedia, reumatologia ou medicina física e de reabilitação
- Urgência Hospitalar: em caso de suspeita de rotura tendinosa, febre ou trauma significativo
- Emergência: 112 (em caso de urgência grave)
Prevenção de Tendinites
Regras para Desportistas
- Progressão gradual: aumentar a carga de treino não mais de 10% por semana (“regra dos 10%”)
- Aquecimento e arrefecimento: nunca saltar as rotinas de aquecimento antes e arrefecimento após o exercício
- Técnica correta: aprender e manter a técnica adequada, especialmente em desportos técnicos
- Material adequado: calçado com boa amortização e suporte, equipamento ajustado à morfologia do praticante
- Descanso: incluir dias de recuperação no plano de treino e respeitar os sinais do corpo
- Força e flexibilidade: treino específico de fortalecimento dos músculos estabilizadores e de flexibilidade
No Trabalho
- Ergonomia: ajustar a altura da cadeira, do ecrã e do teclado para posições neutras dos pulsos e ombros
- Pausas regulares: fazer microinterrupções a cada 45-60 minutos em trabalho repetitivo
- Rotação de tarefas: em linhas de produção, alternar tarefas para distribuir a carga pelos diferentes grupos musculares
- Equipamentos de proteção: usar luvas ou dispositivos amortecedores de vibração quando adequado
Saúde Geral
- Manter um peso saudável para reduzir a carga sobre os tendões dos membros inferiores
- Controlar doenças crónicas que afetam os tendões (diabetes, gota, hipotiroidismo)
- Hidratação adequada — os tendões precisam de hidratação para manter a elasticidade
- Evitar o tabagismo — a nicotina prejudica a vascularização e a cicatrização dos tendões
Perguntas Frequentes sobre Tendinite
O que é uma tendinite? A tendinite é a inflamação de um tendão — a estrutura fibrosa que une o músculo ao osso. Pode surgir em qualquer tendão do corpo, mas é mais comum no ombro, cotovelo, punho, joelho e tendão de Aquiles. Resulta habitualmente de movimentos repetitivos, sobrecarga, traumatismo ou envelhecimento dos tecidos. Manifesta-se com dor, sensibilidade ao toque e dificuldade no movimento da articulação afetada.
Quanto tempo dura uma tendinite? Uma tendinite aguda pode durar entre duas a seis semanas com tratamento adequado. Os casos crónicos ou recorrentes, conhecidos como tendinose, podem persistir durante meses. A duração depende da localização, gravidade da lesão, adesão ao tratamento e modificação das atividades que causaram a tendinite. Sem tratamento, os sintomas tendem a prolongar-se e a agravar-se.
Qual a diferença entre tendinite e artrite? A tendinite é a inflamação de um tendão (estrutura que liga músculo ao osso), causando dor localizada que piora com movimentos específicos. A artrite é a inflamação da própria articulação, que pode causar dor, inchaço e rigidez na articulação em si, frequentemente presente ao repouso e de manhã. A artrite reumatoide afeta múltiplas articulações simetricamente, enquanto a tendinite tende a ser unilateral e relacionada com uso excessivo.
Como tratar a tendinite em casa? O tratamento caseiro inclui repouso da área afetada, aplicação de gelo nas primeiras 48-72 horas (20 minutos, 3-4 vezes por dia), elevação do membro se possível, e uso de anti-inflamatórios de venda livre como ibuprofeno ou naproxeno. Após a fase aguda, pode alternar gelo com calor. É importante evitar as atividades que desencadearam a lesão. Se os sintomas não melhorarem em duas semanas, consulte um médico.
A tendinite afeta mais os idosos? Sim, os idosos têm maior risco de tendinite porque os tendões perdem elasticidade e capacidade de reparação com a idade. Neste grupo, a tendinose (degeneração crónica do tendão) é mais comum do que a inflamação aguda. Além disso, doenças como diabetes, artrite reumatoide e gota, mais prevalentes nos idosos, aumentam o risco de problemas nos tendões.
A tendinite tem cura? Sim, a grande maioria das tendinites cura completamente com tratamento adequado e modificação dos fatores de risco. O tratamento conservador (repouso, fisioterapia, anti-inflamatórios) é eficaz em 80-90% dos casos. Os casos crónicos ou que não respondem ao tratamento conservador podem beneficiar de infiltrações de corticosteroides, terapia por ondas de choque ou, raramente, cirurgia.
É possível fazer desporto com tendinite? Em geral, deve-se evitar as atividades que provocam ou agravam a dor durante a fase aguda. No entanto, atividades que não solicitem o tendão afetado podem ser mantidas. Durante a recuperação, a fisioterapia orienta sobre o retorno progressivo à atividade física. Forçar o tendão inflamado aumenta o risco de rotura e de cronicidade. Sempre consulte um profissional de saúde antes de retomar o desporto.
Quais os tendões mais afetados por tendinite em Portugal? Em Portugal, como em toda a Europa, os tendões mais frequentemente afetados são: o tendão supraespinhoso no ombro (tendinite do ombro), o tendão do epicôndilo lateral (cotovelo de tenista), o tendão rotuliano no joelho, o tendão de Aquiles no tornozelo, e os tendões do punho e do polegar. A escolha do tendão afetado depende muito da atividade profissional e desportiva da pessoa.
Este artigo foi elaborado pela Equipa Sintomas.pt com base em informação clínica atualizada e nas recomendações das autoridades de saúde portuguesas. Consulte sempre um profissional de saúde perante qualquer sintoma. Para informação de saúde de confiança em Portugal, consulte o SNS, a DGS e a OMS.

